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Anitta enfrenta dor no joelho e fala sobre sua história no Carnaval

Cantora revela os desafios físicos aos 32 anos e relembra início de carreira no Band Folia em Salvador
Anitta enfrenta dor no joelho e fala sobre sua história no Carnaval

Cantora revela os desafios físicos aos 32 anos e relembra início de carreira no Band Folia em Salvador

Mesmo com dores no joelho, Anitta segue brilhando nos palcos do Carnaval 2026, mostrando toda sua garra e entrega para o público. Aos 32 anos, a cantora compartilhou com a equipe do Band Folia o desafio que tem enfrentado para manter a energia e o ritmo que marcaram sua trajetória desde o início.

“Esse joelho está puxado. A idade está chegando. Eu tenho 32 anos, estou nova, mas não tenho a mesma saúde de 24 anos, quando estava enlouquecida no primeiro Carnaval. Era outra energia. Hoje em dia o corpo fica gritando”, revelou Anitta, com sinceridade e bom humor.

Raízes no Carnaval de Salvador e a conexão com a Band Folia

Mais do que falar sobre seu corpo, Anitta aproveitou para resgatar memórias especiais: foi no camarote do Band Folia, em Salvador, que sua carreira carnavalesca realmente começou. Ela contou que a primeira experiência no camarote foi assustadora, mas decisiva para sua trajetória.

“A primeira vez que cantei no Carnaval foi no camarote do Band Folia. Fiquei apavorada na gaiola, achei que ia morrer. Mas depois, no ano seguinte, voltei no trio com vocês. Minha carreira aqui em Salvador começou por causa da Band”, emocionou-se a cantora.

Para celebrar essa história, Anitta presenteou os fãs com a apresentação do hit “Gostosin”, música que está concorrendo ao Troféu Band Folia 2026, reforçando sua presença forte e marcante no cenário carnavalesco brasileiro.

Força e inspiração para a comunidade LGBTQIA+

Anitta segue como um símbolo de resistência e autenticidade, mostrando que mesmo diante dos desafios físicos, sua paixão pela arte e pelo Carnaval não diminui. Sua trajetória inspira a comunidade LGBTQIA+, que enxerga nela a coragem para lutar, se reinventar e celebrar a diversidade.

O relato sincero da cantora sobre os limites do corpo e a importância das raízes traz um respiro humano para a festa, lembrando que por trás do brilho e da fama há uma mulher forte, que enfrenta e supera obstáculos para estar onde está. Essa conexão entre artista e público fortalece ainda mais o sentimento de pertencimento e orgulho dentro do Carnaval e da cultura LGBTQIA+.

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