Na última quarta-feira, 26 de março de 2025, o ex-conselheiro do Flamengo, José Carlos Peruano, se envolveu em mais uma polêmica ao fazer declarações homofóbicas sobre Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap. As ofensas de Peruano, que incluem termos pejorativos e ataques de cunho preconceituoso, levaram Bap a solicitar a prisão preventiva do ex-conselheiro. Esse pedido foi anexado a um processo já em andamento no Ministério Público do Rio de Janeiro, onde Peruano já enfrenta acusações de homofobia e injúria.
A defesa de Bap argumenta que Peruano é reincidente em ofensas e demonstra desrespeito pelo Poder Judiciário. O advogado de Bap, Bruno Silva Rodrigues, destaca que já existem multas diárias aplicadas a Peruano e restrições que o impedem de comentar sobre Bap. A situação agora será avaliada pela 31ª Vara Criminal da Capital.
As ofensas de Peruano não são novas. Após a vitória de Bap nas eleições do Flamengo, ele disparou uma série de ataques, incluindo comentários homofóbicos. No ano passado, ele já havia se referido a Bap de maneira desrespeitosa, destacando que o Flamengo teria seu primeiro presidente gay. Recentemente, em um vídeo, ele voltou a usar seu espaço para criticar a falta de assinatura do Flamengo em uma carta contra o racismo, questionando a autenticidade do apoio à causa LGBT ao mencionar o Dia Internacional do Orgulho Gay.
Esses eventos não apenas ressaltam a luta contra a homofobia dentro do ambiente esportivo, como também evidenciam a necessidade de um diálogo mais respeitoso e inclusivo. O Flamengo, como um dos clubes mais populares do Brasil, tem um papel fundamental na promoção da diversidade e na defesa dos direitos da comunidade LGBT. A situação envolvendo Bap e Peruano é um reflexo das tensões que ainda existem, mas também uma oportunidade para que o clube se posicione firmemente contra qualquer forma de discriminação.
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