Kelvin Evans usou carro alugado para furtar HDs com faixas não lançadas da diva pop
Um homem de Atlanta foi preso acusado de roubar discos rígidos contendo músicas inéditas da superestrela Beyoncé, em um crime que chocou fãs e o meio artístico. Kelvin Evans, segundo as autoridades locais, usou o carro alugado de sua sobrinha para invadir outro veículo e furtar pertences, incluindo equipamentos essenciais para os shows da cantora.
O caso aconteceu em julho, quando Beyoncé se preparava para suas apresentações “Cowboy Carter” no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, Estados Unidos. A polícia informou que a invasão foi capturada por câmeras de segurança em uma garagem, mostrando o suspeito saindo em um Hyundai Elantra preto — veículo alugado pela sobrinha Santana Evans e emprestado a Kelvin na data do crime.
O roubo e a investigação
Além dos discos rígidos com faixas que ainda não foram lançadas, o furto também envolveu uma laptop que pertencia ao coreógrafo Christopher Grant e ao dançarino Diandre Blue, integrantes da equipe de Beyoncé. Esses itens continham material valioso e confidencial, essencial para os preparativos do espetáculo.
Santana Evans contou à polícia que seu tio pediu o carro emprestado inicialmente por apenas cinco minutos, mas acabou ficando com ele por cerca de 30 minutos, tempo em que quatro malas pretas apareceram no banco traseiro do veículo. Ela não questionou a origem dos objetos no momento.
Mais tarde, imagens mostraram Kelvin Evans buscando essas malas, vestindo roupas semelhantes às do homem flagrado na invasão, o que consolidou as suspeitas contra ele.
Consequências e desdobramentos
Evans foi preso em 25 de agosto e permanece detido na cadeia do condado de Fulton, enfrentando acusações de furto e violação de condicional, com fiança estipulada em 20 mil dólares. Até o momento, os itens roubados não foram recuperados.
Este episódio evidencia o quanto a indústria da música, mesmo em altos níveis de sucesso, pode ser vulnerável a ataques que colocam em risco o trabalho e a segurança dos artistas e suas equipes. Para a comunidade LGBTQIA+, que frequentemente encontra na música pop um espaço de expressão e acolhimento, acontecimentos como este reforçam a importância de proteger a arte e os artistas que tanto representam.
Beyoncé, um ícone global e símbolo poderoso de representatividade, segue impactando o mundo com sua arte, mesmo diante de desafios como este. Aguardamos que a justiça seja feita e que o material furtado seja recuperado em breve, para que nada impeça a artista de continuar sua trajetória brilhante e inspiradora.
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