Conheça homens reais perto de você

Quer conhecer caras agora? Vem pro Disponivel.com

  • ✔️ Perfis com vídeos, fotos e live cam
  • 📍 Encontros por proximidade
  • 🔥 Bate-papo por região 24h
Entrar grátis e ver quem tá online
Menu

A Capa é um portal LGBT+ com notícias atualizadas sobre cultura, entretenimento, política, diversidade e a comunidade LGBTQIA+. Confira os destaques de hoje.

in

Paulo Borges, diretor da SPFW, diz que ser gay não atrapalhou adoção de filho

Cansou de nude vazado? Tem mais de 3.600 caras online agora no Disponivel, com foto e vídeo de verdade, perto de você. Entrar grátis e ver quem está perto →

Pai, solteiro e gay. Assim é Paulo Borges, o poderoso diretor da São Paulo Fashion Week, que foi alvo da jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna, da Folha de São Paulo, de ontem, 30/9. A reportagem não fala sobre os bastidores do mundinho fashion, o tema desta vez foi Henrique. Criança de dois anos, negra, adotada pelo empresário há dois meses. 

Paulo afirmou ter passado dois meses em Salvador até apresentar documentos, encontrar Henrique e finalizar a adoção. Além da burocracia, são feitas reuniões com o juiz, a psicóloga e a assistência social. Nada foi perguntado quanto a orientação sexual de Paulo. "Isso nem chegou a ser assunto. Eles querem saber é se você tem estrutura, se não estão entregando a criança para um maluco", confidenciou ele à coluna.

O juiz quis saber o que Paulo diria quando Henrique perguntasse porque não tem mãe. A resposta foi certeira. "Respondi que achava natural. As famílias hoje têm mãe sem marido, pais sem mulheres, homens com homens, mulheres com mulheres".

A reportagem traz ainda dados interessantes sobre a questão da adoção no Brasil. Apenas nove homens solteiros (como Paulo) adotaram crianças em todo o Estado de São Paulo em 2005, ano em que foram efetivadas mais de 3.000 adoções (em Salvador a média é de quatro homens solteiros a cada cem adoções).

O fato do garoto ser negro e ter dois anos foi descrito como outra singularidade na adoção de Henrique, segundo o juiz que autorizou a adoção. "Temos em Salvador 89 crianças esperando por adoção. E 220 pessoas inscritas para adotar. E porque não adotam? Porque a quase totalidade quer menina, semelhante à sua cor [a maior parte, clara] e recém-nascida", revelou o juiz Salomão Rezedá. E completou: "As pessoas com suas exigências é que formam as filas, e não o sistema".

Sair da versão mobile