Após investigação, acusado de furtar drives com músicas e planos de shows da diva é detido
Em uma reviravolta que abalou os bastidores do mundo da música, a polícia de Atlanta, Estados Unidos, confirmou a prisão de um homem suspeito de roubar HDs contendo músicas inéditas e materiais exclusivos da icônica Beyoncé. Kelvin Evans, que já cumpria pena por violação de condicional, agora responde pela acusação de invasão de veículo com intenção de furto, após uma investigação que durou quase dois meses.
O furto e o conteúdo dos HDs
O incidente remonta a julho, quando um coreógrafo da equipe de Beyoncé relatou que o carro alugado para seus trabalhos foi arrombado. Entre os objetos levados estavam pelo menos cinco drives USB que continham arquivos preciosos: músicas ainda não lançadas, gravações com marcas d’água para proteção, planos secretos para apresentações, além de setlists passados e futuros da artista. Esses materiais são verdadeiros tesouros para fãs e profissionais que acompanham a rainha do pop e do R&B.
Investigação e prisão
As câmeras de segurança do estacionamento flagraram o veículo utilizado no crime, um Hyundai Elantra 2025 com placas da Geórgia. A polícia conseguiu rastrear o carro e identificar os envolvidos. A mulher que alugava o carro para ajudar nas contas da família informou que seu tio, Kelvin Evans, pediu para usar o veículo, alegando que iria à casa de um amigo. No retorno, o carro estava carregado com quatro sacolas pretas.
Evans, sua sobrinha e uma criança foram vistos pelas câmeras removendo as sacolas do veículo. Mais tarde, ele colocou uma delas no porta-malas e saiu de bicicleta, em atitudes suspeitas que colaboraram para sua detenção. A sobrinha dele também foi presa por posse de maconha durante o processo.
Impacto e segurança no universo artístico
Este caso evidencia os desafios de segurança que artistas e suas equipes enfrentam, especialmente quando se trata de proteger conteúdos inéditos e materiais estratégicos que alimentam carreiras e movimentos culturais. A prisão de Kelvin Evans marca um passo importante para responsabilizar aqueles que tentam se aproveitar do trabalho e da criatividade de artistas como Beyoncé.
Para a comunidade LGBTQIA+ que acompanha a cena musical e cultural, essa notícia reforça a importância de valorizar a arte, respeitar os processos criativos e apoiar a proteção dos direitos dos artistas. Afinal, a música é uma forma poderosa de resistência e afirmação, elementos essenciais para a diversidade e a representatividade.
Seguiremos atentos aos desdobramentos deste caso, celebrando a força da arte e da cultura LGBTQIA+ que Beyoncé tão brilhantemente representa.
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