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Sheinbaum defende participação popular na reforma eleitoral

Presidente da Cidade do México destaca que reforma deve ouvir o povo, não apenas especialistas e ex-conselheiros do INE
Sheinbaum defende participação popular na reforma eleitoral

Presidente da Cidade do México destaca que reforma deve ouvir o povo, não apenas especialistas e ex-conselheiros do INE

A presidente da Cidade do México, Claudia Sheinbaum, reafirmou com firmeza que a discussão sobre a reforma eleitoral deve estar aberta a toda a população, não restrita apenas a especialistas, dirigentes partidários ou ex-membros do Instituto Nacional Eleitoral (INE). Para ela, a voz do povo é essencial para a construção de um sistema democrático mais justo e transparente.

Durante sua coletiva de imprensa, Sheinbaum criticou a exclusão histórica que alguns grupos exerceram no debate político, especialmente aqueles que, segundo ela, se autoproclamam donos da democracia, mas que foram responsáveis por fraudes eleitorais no passado. “Não se trata só de ouvir presidentes ou ex-conselheiros do INE que se consideram proprietários da palavra democracia”, afirmou a mandatária.

Democracia para todxs

Sheinbaum ressaltou que a reforma eleitoral deve ser um processo inclusivo e popular, onde qualquer pessoa possa manifestar sua opinião. “Queremos saber o que o povo pensa sobre temas como a manutenção ou extinção das cadeiras plurinominais”, exemplificou, destacando a importância de uma comissão que promova o diálogo aberto entre especialistas e cidadãos comuns, democratizando o acesso à palavra e à tomada de decisão.

Com um tom firme, ela citou nomes como Lorenzo Córdova e Luis Carlos Ugalde, ex-conselheiros que, segundo a presidente, representam uma elite que distorceu processos eleitorais no passado, como o controverso pleito de 2006. “Que expliquem suas ações até em Harvard, onde Ugalde chegou a dar aulas sobre democracia contra governos populares”, ironizou Sheinbaum, convidando-os a prestar contas à sociedade.

Um chamado à participação popular

Essa postura de Sheinbaum reforça a necessidade de ampliar a participação cidadã em decisões políticas fundamentais, rompendo com práticas elitistas que afastam a população do debate democrático. Para a comunidade LGBTQIA+ e demais grupos marginalizados, essa abertura representa uma oportunidade de garantir que suas vozes sejam escutadas e seus direitos assegurados em futuras reformas.

Ao defender a participação popular na reforma eleitoral, Sheinbaum inspira uma reflexão profunda sobre quem realmente deve decidir os rumos da democracia, promovendo um ambiente político mais transparente, inclusivo e representativo para todxs.

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