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“Manifestações em Homenagem a Heklina Levantam Questões sobre Investigação de sua Morte e a Resposta da Polícia em Londres”

"Manifestações em Homenagem a Heklina Levantam Questões sobre Investigação de sua Morte e a Resposta da Polícia em Londres"

"Manifestações em Homenagem a Heklina Levantam Questões sobre Investigação de sua Morte e a Resposta da Polícia em Londres"

No dia 31 de março de 2025, manifestações em homenagem a Heklina, a icônica drag queen de San Francisco, aconteceram simultaneamente em Londres e na Califórnia, reunindo amigos, fãs e membros da comunidade LGBTQ+ para exigir justiça sobre as circunstâncias de sua morte. Heklina, cujo nome verdadeiro era Steven Grygelko, foi encontrada morta em Londres, em um apartamento que compartilhava com sua amiga e colega drag, Peaches Christ, durante uma temporada do espetáculo “Mommie Queerest” no Soho Theatre. A investigação sobre sua morte, que ocorreu em 3 de abril de 2023, continua em aberto, levantando questionamentos sobre o manejo do caso pela polícia metropolitana de Londres.

A vida e legado de Heklina refletem sua autenticidade e coragem em abordar temas tabus como sexo, drogas e mortalidade dentro da comunidade LGBTQ+. Com um histórico de performances que desafiavam normas sociais, Heklina se destacou por seu humor irreverente, especialmente em uma época em que a epidemia de AIDS devastava muitos de seus amigos e colegas. Ela frequentemente utilizava sua plataforma para discutir abertamente sobre o HIV e a luta contra a doença, tornando-se uma figura importante na luta pelos direitos e pela visibilidade da comunidade.

Os protestos recentes foram organizados em resposta a novas informações reveladas pela polícia, que indicaram a presença de uma “quantidade letal de drogas” no sistema de Heklina no momento de sua morte. Embora isso tenha proporcionado um certo fechamento para alguns de seus amigos, muitas questões ainda permanecem sem resposta, especialmente em relação aos três homens vistos nas filmagens de câmeras de segurança que deixaram o apartamento no dia da morte dela.

As marchas, que contaram com a participação de artistas drag e aliados, enfatizaram a necessidade de reformas na maneira como a polícia lida com casos envolvendo membros da comunidade LGBTQ+. Em San Francisco, cerca de 200 pessoas marcharam do Stud Bar, um local emblemático onde Heklina fez história, até o Oasis, que ela ajudou a fundar. Durante o percurso, os manifestantes seguraram velas e cartazes em homenagem à artista, destacando seu impacto duradouro e sua luta por justiça.

A amiga e colega de Heklina, Peaches Christ, expressou sua determinação em continuar a luta por respostas, enquanto a comunidade reflete sobre o legado de Heklina, que, apesar de seus desafios pessoais, sempre foi uma defensora da autenticidade e inclusão. Sua história serve como um lembrete poderoso da importância da honestidade e da responsabilidade dentro da comunidade, especialmente em tempos de dor e perda.

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