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Sou lésbica? Parte II

AMANHÃ, ÀS 22H
RUA 153
ED. CLAIRE DE LUNE
APT. 504
VOU TE ESPERAR.

BEIJOS,

LARISSA.

“Então esse é o seu apê da Larissa? – Pensei enquanto estacionava o carro enfrente ao edifício indicado no bilhete.

– Boa noite, eu vim encontrar com… – Fui interrompida pelo porteiro…

– A Srta Larissa está à sua espera, eu te acompanho até o elevador, é no 5º andar, apartamento 504. – O senhor de aparentemente 45 anos, muito cortês, me dirigiu a palavra.

Assim que a porta do elevador se abriu, não pude deixar de sentir um calafrio só de constatar que aquela garota insinuante já sabia que eu viria. Sim, insinuante… Eu nem dei indícios de querer reencontrá-la… Que pretensiosa!

O som do elevador indicou que já havia chegado ao 5º andar. Adentrei o corredor procurando entre os apartamentos aquele que me interessava.

504… Era o número que avistei em uma porta de madeira na cor marrom claro. Elevei a mão para bater na porta, ouvi um barulho, na verdade uma música suave e envolvente… “O que você está aprontando Srta. Sedução?” – Pensei enquanto me envolvia naquele suspense gostoso. Bati uma, duas, três vezes, até que abriram…

Linda, morena de olhos dourados, me recebeu… Que visão… Peraê! Morena? Olhos dourados? Não, ela não pintou o cabelo, nem estava usando lentes, era uma morenassa ali na minha frente… Ai, ai… Teremos companhia? Não pude evitar o pensamento lascivo naquela hora, inevitável o sorriso de canto de boca que deixei escapar. A morena deve ter percebido, pois me retribuiu com um sorriso largo e sedutor…

Entrei no hall de entrada acompanhada pela beldade, digo, Srta. Morenassa. Logo que ela fechou a porta atrás de mim me conduziu até a sala de estar. Lá estavam, muitas, uma dúzia de mulheres ou mais, sentadas no sofá imenso, com demonstrações de carinhos coletivos. Na verdade, estavam se agarrando… Não dava pra saber o que era de quem ali naquela bagunça… Incrivelmente aquilo não me repugnou, me senti… excitada? Mal completei o raciocínio e a morena que me conduzia me agarrou pela cintura beijando minha nuca, acariciando pela lateral todo o contorno do meu corpo…

Logo mais duas das mulheres do grupo se aproximaram, minhas pernas ficaram bambas… Fechei os olhos até com medo do que aconteceria a seguir. Quando senti minha roupa sendo arrancada, abri os olhos, uma loura safada já estava com a boca em um de meus seios. A outra, ruiva, beijou meus lábios com fúria, mordendo… Ai! Forte… Quase ferindo, sugando minha língua…

Nuuuss! Que loucura… A Morenassa descia a boca pelas minhas costas, mordendo e deixando um rastro incandescente com sua língua. Não contive os gemidos loucos, sofridos… Sim, sofridos, meninas, aquilo era uma tortura, eu não podia reagir, sei lá o que aquelas loucas fariam perante uma reação minha, né? Então, era melhor ficar quietinha… Deixei rolar, e não pensem que eu estava gostando. Não estava não, oras! Eu fui praticamente obrigada. Para provar isso vou dizer o que fizeram a seguir…

Minhas mãos já estavam sendo amarradas a uma cadeira, me colocaram sentada no meio da sala. Viram? Obrigadíssima. No sofá as loucas gostosas, digo, as outras garotas estavam se agarrando, feio loucas, selvagens… Só de lembrar me arrepio toda.
As três mulheres me beijavam, acariciavam, mas apenas isso, pareciam estar guardando minhas últimas forças para o “grand finale”.

De repente, a música parou. Todas ficaram em silêncio… Pararam de se beijar, se morder e se… sei lá, eu não estava prestando atenção em mais nada… Ela entrou… Sim! Ela… Nua, linda, sedutora, exuberante, com as mãos para trás. Fiquei extasiada, prestei atenção em cada detalhe, seu corpo nu… Seu rebolado ao andar se aproximando cada vez mais… Era… Perturbador.

Seus olhos encararam os meus, numa chama viva de pura sedução, nada mais existia além dela, parecia se aproximar em câmera lenta… Garotas, pasmem! Na mão direita ela tinha um chicotinho… Eu? Como fiquei? Louca de tesão! Quero dizer… Assustada… É, realmente o que ela ia fazer com aquele chicote? Não, nem imagino, e vocês? Safadinhas… Eu nem pensei nisso.

A centímetros de mim, ela se curvou, beijou minha boca suavemente, desceu os lábios pelo meu pescoço, colo, seios, ventre… Abri os olhos e vi as loucas selvagens incluindo aquelas três deliciosas, digo, as três mulheres, sentadas no sofá, comendo pipoca… Comendo pipoca?

– Amaaaaaanda? Acooorda, garota, tô falando com você há três horas! – Gritou Marianna.

– Que foi mulher? Pra que gritar assim? Estamos no cinema… – Disse disfarçando meu estado… Qual estado? Ah, não sabem? Sabem sim, e querem que eu diga, né? Não vou dizer…

– Olha só… Você nem tá prestando atenção no filme. Ficou aí olhando para o nada, tô te oferecendo pipoca tem uma década… – Disse irritada.

– Ai, para de ser tão chata, eu não quero pipoca, me deixa em paz…

– Eu tava estressada… A garota me acorda na melhor hora.

Ai, isso não vai prestar, eu tinha ido com a Mari no cinema pra ver se passava a ansiedade… Como? Ansiedade pelo quê? Esqueceram que hoje é o grande dia? O dia em que vou resolver aquele assunto pendente… Lembraram? Bom, tentei prestar atenção naquele filme de terror que a Marianna tanto queria ver…

Nesse momento, a loura toda poderosa me apontava o chicotinho deslizando aquele objeto pelo meu corpo. Colocou-o na altura do meu queixo e levantou para que nossos olhos se encontrassem. Abriu o sorriso – que de inocente não tinha nada -, olhei fundo naqueles olhos que mais pareciam duas chamas vivas e ela me chicoteou de leve. Olha, querem saber? Adorei, pronto falei. E daí que era um sonho? Posso continuar, por favor? Muito obrigada.

Devo confessar que aquele chicotinho me levou à loucura, a garota agora parecia ainda mais poderosa. Ela se posicionou deliciosamente em meu colo e fez do meu corpo uma sobremesa onde beijos e mordidas me enlouqueceram como nunca. Entre mordiscadas no queixo e beijos molhados e demorados em toda extensão do pescoço, passou a língua no lóbulo da minha orelha, foi inevitável gemer com toda aquela tortura… Ai! Ela me chicoteou… Humm, entendi, tinha que ser do jeito dela, né? Se eu demonstrasse qualquer sinal de satisfação, ganhava uma chicotada… Que safadinha… Então eu parei de gemer, eu não queria apanhar… Ai, tá bom, eu confessooo, eu provoquei mais algumas dúzias de chicotadas.

Mais alguns minutos de pura provocação da parte daquela deusa, eu já estava no ponto… Pelo amor de Deus, por que ela não acabava com aquilo logo, né? Eu tava quase subindo pelas paredes, minhas mãos amarradas me davam agonia e muito mais tesão, não dava pra tocar nela, aquilo tava me enlouquecendo. Cada beijo uma nova sensação, cada toque uma vontade louca de gemer… Não é que eu tinha me esquecido do chicotinho? Tava até com saudades dele. Não! Eu não sou sadomasoquista… Dá pra vocês sossegarem e me deixar terminar esse sonho? Agradeço.

Depois da mais longa tortura da minha vida, ela me soltou e me puxou pela mão até um quarto. Mal entramos e ela fechou a porta pra que aquelas taradas de plantão não entrassem. Que bom, né? A poderosa me empurrou com força contra a parede… Pra que tanta violência eu não sei. Mas que eu tava gostando, isso era fato. Suas mãos passeavam livremente pelo meu corpo, me causando arrepios, seus lábios roçavam nos meus sem tocar, beijava meu rosto, mordia minha orelha… Que loucuuuura… Descia a boca pelo meu pescoço me fazendo arquear por um contato mais intimo, mas não adiantava a mulher ia ficar me torturando a noite toda… Descia a boca ainda mais pelo colo, lambendo, deixando rastros de saliva, chegando nos seios mordiscou, lambeu, brincou com os biquinhos… Eu tava num fogo inexplicável.

Desceu mais, tava louca por aquele contato, desceu, desceu, desceu… Parecia que nunca ia chegar onde eu queria… Chegooouuu… uhuuu! Passou a língua de leve, minhas pernas bambearam, ela me amparou me segurou pelas nádegas e começou um vai e vem de língua completamente insano. Se ela queria me enlouquecer nem precisava fazer tudo aquilo era só me mostrar o chicote… Não, não é obsessão pelo chicote… Ela continuou sugando, mordiscando meu sexo, eu me contorcia, segurava-a pelos cabelos, estava me deliciando com tudo aquilo, que boca aquela mulher tinha, eu já não estava agüentando, será que ela ia fazer igual da outra vez? Ia me pedir pra segurar? Ainda bem que ela nem pediu, me deixei levar, estava quase lá quando…

– Esse detetive é um gato, não é Amanda?

O quê? A nãaaaaao! Outra vez? Tapei o rosto com as mãos e balancei negativamente a cabeça em sinal de irritação e respirei fundo. Juro que se eu tivesse uma arma eu matava. Nem precisei dizer nada: o olhar que lancei pra minha amiga já foi suficiente.

– Ai! Tá bom, não falo mais nada.

Se querem saber como eu estava… Bom, nem preciso dizer, pelo amor de deus, aquele meu sonho era real demais, até senti os efeitos daquela loura poderosa no meu corpo. Tratei logo de me concentrar no meu sonho… Nessa hora já estávamos na cama, como chegamos lá eu não sei, perdi essa parte, a Mari atrapalhou, né… ela me paga.

Larissa já estava por cima de mim, nossos corpos completamente suados, tentei agarrar aquela deusa, mas senti minhas mãos presas por algemas. Ai, que mania essa garota tem de me prender! Bom, se ela queria fazer todo o trabalho eu é que não ia impedir. Tá, mas foi pior pra mim, ela me torturou ainda mais… Não demorou muito até chegar no meu lugar preferido, explorou com a língua inúmeras vezes, mordia, me penetrava e, quando sentia meu corpo trêmulo, parava tudo e recomeçava com beijos e mordida na minha coxa, fez isso mais de três vezes, depois parei de contar, numa dessas vezes ela recomeçou os beijos e mordidas no meu sexo, eu queria espernear, gritar, mas eu estava amordaçada.

A solução era ficar submissa e esperar pelo alívio. Eu nem sentia minhas mãos mais, meu corpo suado molhava aquele lençol vermelho de ceda, enfim, chegou o tão esperado orgasmo. Eu estava exausta, nem sabia mais onde estava, meu juízo se foi junto com o mel que descia pelas minhas pernas. Se acharam que a maluca parou por ai… Se enganaram! Ela continuou a me estimular com a ponta da língua, com os dedos, penetrando, arrancando suspiros, gritos sufocados, uma, duas, três, quatro… Meu Deus! Ela não me deixava nem descansar entre um orgasmo e outro. Mas eu não tava achando ruim não, muito pelo contrário. Num certo momento ela parou com as carícias e me soltou, foi um alívio imenso. Agora sim eu poderia contribuir tudo à altura…

– Amanda.

Ah não… Eu mato, desta vez eu mato…

Abri os olhos e a luz do cinema estava acesa, todos levantados. Levei um susto e levantei da cadeira de um pulo. Nem falei com a Mari, acho até que tava chateada comigo. Amanhã ela esquece. Fui pra casa e fiquei o resto do dia me preparando para o encontro, quem dera se fosse tudo como no sonho, mas sem aquelas taradas comendo pipoca, muito menos me amarrando.

***
21h55

“Então esse é o seu apê D. Larissa? – Pensei enquanto estacionava o carro enfrente ao edifício indicado no bilhete.

– Boa noite, eu vim encontrar com… – Fui interrompida pelo porteiro.

– A Srta Larissa está à sua espera, eu te acompanho até o elevador, é no 5º andar, apartamento 504. – O senhor de aparentemente 45 anos, muito cortês, me dirigiu a palavra.

Assim que a porta do elevador se abriu, não pude deixar de sentir um calafrio só de constatar que aquela garota insinuante já sabia que eu viria. Sim, insinuante… Eu nem dei indícios de querer reencontrá-la… Que pretensiosa!

Peraí! Isso é um déjà-vu? Caramba, eu tenho poderes paranormais e não sabia…

O som do elevador indicou que já havia chegado ao 5º andar. Adentrei o corredor procurando entre os apartamentos aquele que me interessava.

504… Era o número que avistei em uma porta de madeira na cor marrom claro. Elevei a mão para bater na porta, ouvi um barulho, na verdade, uma música suave e envolvente… “O que você está aprontando Srta. Sedução?” – Pensei enquanto me envolvia naquele suspense gostoso. Bati uma, duas, três vezes, até que abriram…
Noossa! Ela tava linda, gente, que visão dos deuses…

– Pontual! – Disse assim que olhou no relógio.

Abri o sorriso mais sacana que eu tenho, ela me puxou pelo vestido e me fez entrar…

Bom, agora se me dão licença, preciso tratar de um assunto pessoal… Depois eu conto!


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